Por que você precisa diversificar suas redes sociais?

duas mulheres de óculos tiram uma selfie enquanto bebem sucos

Digamos que amanhã o Facebook deixe de existir. Quanto do alcance do seu negócio desapareceria com ele?

Claro, nós sabemos que é improvável, mas ainda assim existem precedentes para mortes súbitas de plataformas e, com o mercado digital em constante transformação, é sempre bom revisar suas estratégias, para não arriscar colocar todos os ovos em uma única cesta.

Neste artigo, discutimos as mudanças nas redes sociais, as projeções para o mercado digital nos próximos anos e também formas de se manter preparado ao diversificar suas redes sociais. Confere com a gente!

Diversificar suas redes sociais é uma forma de encontrar seu público

Para sua estratégia de marketing digital ser eficiente, é importante descobrir onde seus compradores moram (e não estamos falando do endereço). Aqui na agência, o estudo das personas é a primeira parte de todo o planejamento e é durante esse levantamento que apontamos as principais redes sociais nas quais o público-alvo de nossos clientes está inserido.

Facebook, WhatsApp, Instagram, Pinterest e LinkedIn são só alguns dos nomes que ficam registrados em nossas pesquisas, e que são aplicados tanto nas estratégias digitais quanto no desenvolvimento das personas – representações do público utilizada por nossos especialistas em conteúdo na produção de mídia.

Precisamos ter em mente que o retrato das personas não é atemporal, ou seja, ele vai mudando à medida que os hábitos de consumo da população se renovam. E é aí que entra a questão: como prever as modas e tendências nas redes sociais?

Redes sociais vêm e vão

A maioria de nós (eu espero) se lembra do falecimento do nosso xodó Orkut. O início da utilização em massa das redes sociais foi um evento disruptivo por natureza: assim que novas plataformas mais interessantes tomaram o gosto do público, redes mais antigas foram descartadas da noite para o dia.

A incorporação de novas funcionalidades, como o chat no Facebook e os stories no Instagram, também levaram várias redes antes utilizadas pelo público em geral ao esquecimento.

Ok, isso quer dizer que a mesma coisa pode acontecer com as redes que utilizamos no momento? A resposta para essa pergunta é um pouco difícil de engolir: sim, mas provavelmente não.

As plataformas atuais parecem mais sólidas

O que acontece é que hoje em dia as redes sociais que utilizamos já têm uma quantidade de usuários tão vasta e incorporam tantas funções úteis para o nosso dia a dia, que é muito improvável (porém, não impossível) que uma plataforma novata simplesmente roube os usuários de gigantes como o Facebook, Instagram, Twitter e outros.

Essa estabilidade também ocorre, em parte, pelo custo da mudança e a resistência dos usuários a novas formas de consumir mídia.

A incorporação de diferentes funcionalidades – como chat, compartilhamento de imagens, vídeos, depoimentos, aquisição de informação e notícias – foi o efeito causador do canibalismo nas redes sociais de 2008, mas agora que o conglomerado digital se consolidou, a não ser que surja uma forma completamente nova de consumir mídia, fica muito difícil para um novo negócio conseguir competir com os monopólios das redes sociais preestabelecidas.

Isso significa que nada vai mudar?

Não, isso só quer dizer que as mudanças nas tendências nas redes sociais (provavelmente) irão ocorrer de forma mais lenta e gradual do que o mata-mata da última década.

Inclusive, já estamos adquirindo alguns dados interessantes sobre migrações entre redes sociais, principalmente do público mais jovem, na forma de obter entretenimento digital e interação social na internet.

Por exemplo, sabemos que os jovens estão fugindo do Facebook e começando a utilizar redes com foco em produção audiovisual – como YouTube e Instagram – e também plataformas que incentivam a interação online por meio de gamificação, como o Twitch.

encima de uma mesa de madeira, um celular está ligado com a home do aplicativo da twitch, sinalizando a possibilidade de diversificar suas redes sociais

Sabemos também que as pessoas estão deixando de acessar conteúdo que não é adaptado para celular e que os usuários mais jovens praticamente só acessam conteúdo via smartphone, tomando distância de computador e tablets.

Diversificar suas redes sociais é a chave para se manter no jogo

A primeira lição aqui é que diversificar suas redes sociais é uma boa pedida, mas para evitar o desperdício de recursos, é sempre bom investir numa agência que planeja seu conteúdo baseada na segmentação do seu público.

Outro ponto importante é que você tenha sua própria home, tanto para fortalecer suas estratégias de inbound quanto para garantir um lugar só seu, que não sofra interferências por atualizações em plataformas. Com certeza, não é uma boa ideia depender de lojas externas como base para suas vendas. Nunca se sabe qual alteração no algoritmo vai derrubar esse castelo de cartas.

E, por último, invista em uma agência de marketing digital que propõe estratégias de branding, tornando você uma autoridade no seu campo. Esse último insight vem emprestado da matéria do Hubspot, que serviu de inspiração para a construção deste artigo. Nela, percebemos que na ausência de uma plataforma informativa – como o Facebook – as pessoas tendem a migrar instantaneamente para portais de confiança. Dedique-se a ser esse portal para o seu cliente

Renan Cardozo

Renan Cardozo